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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

PLANO EM AÇÃO JULHO 2017



                 Neste trabalho colocamos em prática, os trabalhos de pesquisa, trabalho em grupo.
Os alunos dividiram-se por grupos de interesse, foi sugerido por mim e minha colega Ana  que cada grupo se uni-se para pesquisar e falar sobre algo que realmente chama-se a atenção de cada grupo e até mesmo por curiosidade.
               - Um grupo escolheu pesquisar as flores : levaram vídeo, poemas, um texto, vaso com plantinhas.
               - Outro grupo falou sobre o solo: vídeo da EMBRAPA,um aquário com diversos tipos de solo,
               - chichi  de rato também foi um motivo de curiosidade, trouxeram um mapa conceitual, e pesquisa sobre doenças .
                - E um grupo escolheu falar sobre os planetas, com maquetes e pesquisa apresentada para o grande grupo. (uma descoberta a aluna explicou para turma que Marte é o único planeta que muda de cor, pode ser verde ou vermelho, depende do clima.
                - Um grupo acreditou ser importante falar sobre materiais reciclados, e até fez um brinquedo com canudos e garrafa pet.


                  Iniciamos com encontros e os alunos participaram desde a escolha de temas, grupos e formas de pesquisas e de apresentação.

                 Percebi que desta forma o trabalho ficou rico, pois cada grupo falou com propriedade sobre o que escolheu e a apresentação ficou tranquila sem medo de errar, enquanto os colegas prestavam atenção no que estava sendo demonstrado.

JEAN PIAGET - FASES DO DESENVOLVIMENTO 27de Agosto de 2017


                                                   Não posso dizer que é fácil entender ,
  • Sensório-motor (0 – 2 anos);
  • Pré-operatório ( 2 – 7,8 anos);
  • Operatório-concreto ( 8 – 11 anos);
  • Operatório-formal (8 – 14 anos);


        Mas em Agosto de 2017, iniciei em uma escola de educação infantil, foi muito difícil, e ainda hoje percebo que tenho muito a aprender, diariamente  nos deparamos com novidades, apresentadas por nossos pequenos, é muito prazeroso perceber que um aluno do berçário, aprendeu gestos de uma música que cantamos, ou nos chama pelo nome, joga-se nos nossos braços quando chega a porta da sala com seu pai ou mãe. Tive experiencias com educação fundamental, crianças de 1º a 5° série, e também tive alegrias quando ouvi a primeira palavra que ele leu, quando eles descobriam letras ou palavrinhas, faziam desenhos e pintavam dentro da linha. 
           A cada semestre na faculdade me foi apresentado novas inter diciplinas, que vieram a acrescentar, e  facilitar  o trabalho com as crianças e dar suporte para que fique mais prazeroso o nosso aprendizado. 

segunda-feira, 15 de julho de 2019

EDUCAÇÃO ESPECIAL

INCLUSÃO

                  Inclusão é basicamente a ação de incluir, não implica apenas os alunos com deficiências, mas respeitar a diversidade. Infelizmente nos dias de hoje, ainda existe preconceito, não apenas por etnias, mas por tudo que seja diferente e não tenha um padrão que muitas vezes são determinados pela mídia. Mas para que aconteça de maneira mais legitima possível, todos devam ser incluídos sem distinção. As formas que o professor age, interferem na forma que os alunos interagem entre eles.
Para que a inclusão e diversidade aconteçam de forma real, necessita ainda de muito trabalho.                                Quando é preciso falar diversas vezes e insistir sobre a inclusão e a diversidade é porque isso ainda não ocorre, é algo que parece ser internalizado. Relações de poder presidem a produção das diferenças na escola, mas a partir de uma lógica que não mais se baseia na igualdade como categoria assegurada por princípios liberais, inventado e decretado.
                  Os alunos com a deficiência constituem uma grande preocupação para os educadores inclusivos. Sabemos que a maioria dos que fracassam na escola são alunos que não vêm do ensino especial, mas que possivelmente acabarão nele! (Mantoan, 1999).



             Como Docente temos muitas vezes que correr atráz, tanto de recursos para trabalhar, como de  informações sobre inclusões que entram nas escolas, mas os professores na maioria das vezes não estão preparados, precisamos procurar atividades que torne mais prazeroso para criança de inclusão , pois muitas vezes suas necessidades não são atendidas.


segunda-feira, 8 de julho de 2019

Questões Ètinico-raciais na educação


   
                A importância de ensinar Questões ètnico raciais na educação faz com que as crianças aprendam desde cedo a respeitar o próximo sem pensar nas diferenças, pois a criança não faz distinção, o adulto é que ensina.

        Para que a escola consiga avançar na relação entre saberes escolares/realidade social/diversidade étnico cultural é preciso que os (as) educadores (as) compreendam que o processo educacional também é formado por dimensões como a ética, as diferentes identidades, a diversidade, a sexualidade, a cultura, as relações raciais, entre outras. E trabalhar com essas dimensões não significa transforma-las em conteúdos escolares ou temas transversais, mas ter a sensibilidade para perceber como esses processos constituintes da nossa formação humana se manifesta na nossa vida e no próprio cotidiano escolar. Dessa maneira, poderemos construir coletivamente novas formas de convivência e de respeito entre professores, alunos e comunidade. È preciso que a escola se conscientize cada vez mais de que ela existe para atender a sociedade na qual esta inserida e não aos órgãos governamentais ou aos desejos dos educadores.
Assim, a instituição por sua vez deve proporcionar condições para que os profissionais participem de momentos de formação de natureza diversa: Tematização da prática palestra sobre questões específicas, visitas a museus, ONGS e espaços culturais, atualizações por meio de filmes, vídeos, e acesso a informações em livros e sites. (Educação Infantil e práticas promotoras de igualdade racial, 2012).
De acordo com Nilma L. Gomes, o fato de que Pensar na inserção política e pedagógica da questão racial nas escolas significa muito mais do que ler livros e manuais informativos. Representa alterar os valores, a dinâmica, a lógica, o tempo, o ritmo, e a estrutura das escolas. Significa dar subsídios aos professores, coloca-los em contato com as discussões mais recentes sobre os processos educativos, culturais, políticos. Mas para que isso aconteça não basta somente desejarmos ardentemente ou reclamarmos cotidianamente de que nenhuma iniciativa tem sido tomada. A escola e os educadores têm que se mobilizar.
 Diante disso, o professor deve estar atento e proporcionar mudanças que estimulem formas positivas de interação, além de estimular novas perspectivas entre as crianças. Isso pode ocorrer, por exemplo, por meio da leitura de histórias em que surjam heróis e princesas negras, a fim de ressaltar situações em que pessoas negras em ação têm destaque positivo. Isso influenciará na construção de novos repertórios em relação à identidade das crianças afro descendentes. (CEERT 2012,).
Visto que, segundo Trinidad (2011), a mídia, por exemplo, contribui quando apresentam, na maioria das vezes apenas crianças e adultos com as seguintes características: cor de pele branca, olhos azuis e cabelos lisos.
Sob o mesmo ponto de vista, Maria Aparecida Silva Bento (2011), ressalta que cada um de nós gosta, em geral, de nossas características que são apreciadas pelos outros. Necessitamos de imagens positivas acerca de nós mesmos, ao menos em alguma medida, “bons”; senão o ódio e a agressividade que fazem parte de nossa vida emocional atacam nosso próprio “eu” com consequências severas para o funcionamento psíquico. Assim, quando uma criança recebe mensagens contínuas de que não é tão bonita, tão atraente quanto sua coleguinha, ou de que seus traços são considerados feios, ou expressão de sujeira terá um grande problema na formação da identidade desta criança.
Desde cedo à criança constrói conceitos acerca do que é belo, bom, mal, e na maioria das vezes esses conceitos repassados pelos educadores estão pautados numa visão de padrão de comportamento e estéticos ditados pela mídia, que é o padrão do mundo branco. De forma intencional ou não, buscamos a igualdade com esses parâmetros. Porém, buscar a igualdade não pressupõe deixar todos iguais dentro de uma mesma cultura, pois a igualdade não elimina a diferença, acaba muitas vezes naturalizando e mascarando o preconceito e a discriminação.(Acolhendo a Diversidade, 2009).
É importante lembrar que os estereótipos como os preconceitos, desempenham uma função social. O estereótipo pejorativo, negativo, cumpre a função de manter a ideologia do grupo dominante. É um legitimador ideológico de políticas intergrupais que racionaliza e explica diferenciações de tratamento. Por exemplo, a justificativa para um tratamento desigual, dirigido a crianças negras, surge a partir da ideia de que elas pertencem a grupos inferiores. (Políticas publicas de promoção da igualdade racial CEERT 2010).
                                 “Quando o professor lê, oferecem as crianças a possibilidade de fluição de um texto bem escrito, de apreciação de belas imagens, nas ilustrações, o contato com a linguagem escrita e a oportunidade de se identificar com os personagens, refletir sobre aspectos de sua vida, seu cotidiano, de sentimentos e pensamentos.” (CEERT,2011).
Segundo Trinidad (2011), as crianças em idade pré-escolares, fazem uso do preconceito e da discriminação por meio do plano verbal, e à medida que vão adquirindo mais idade, tendem a transformá-los em atitude, portanto valorando os vocábulos raciais diferentemente.”. Vale ressaltar que de acordo com Trinidad (2011) os atributos negros- especificamente a cor da pele e a textura do cabelo não construíram obstáculos para a interação social: crianças brancas, negras, e mestiças brincavam e conviviam de maneira amistosa em dupla ou grupos”.
Portanto, isto nos remete a certeza de que é desde a educação infantil que as questões raciais devem ser abordadas, e que se construam iniciativas para se concretizar projetos nas unidades de educação infantil.
1.4 Organizações dos ambientes de aprendizagem
Os ambientes de aprendizagem para a igualdade racial devem ser abertos às experiências infantis e possibilitar que as crianças expressem seu potencial, suas habilidades, e curiosidades e possam construir uma autoimagem positiva. Educar para a igualdade racial na educação infantil significa ter cuidado não só na escolha de livros, brinquedos, mas também cuidar dos aspectos estéticos, como a eleição de materiais gráficos de comunicação e de decoração condizentes com a valoração da diversidade racial. (Educação Infantil e práticas promotoras de Igualdade Racial,2012).
Para Eliane Cavalleiro (2003) não se pode deixar por conta de um silêncio criminoso crianças sofrendo diariamente situações que as empurram e as mantem em permanente estado de exclusão da vida social. É portanto, indispensável a elaboração de um trabalho que promova o respeito mútuo, o reconhecimento das diferenças, a possibilidade de se falar sobre elas sem receio e sem preconceito.
Assim, músicas, danças, que fazem parte das manifestações culturais devem ser mostradas as crianças e fazer parte do cotidiano das unidades escolares e do trabalho do professor. São grandes heranças culturais dos povos Africanos, como a capoeira, maculelê, jongo, samba, umbigada, etc. e merecem destaque no aprendizado das crianças. Cantigas, músicas infantis, fazem parte, porém é preciso diversificar o repertório de musicas apresentado às crianças. Precisam aprender que há muitos e variados tipos de musica. Logo, quando as paredes estão repletas de desenhos fixos pintados por adultos, com personagens infantis de origem europeia ou norte-americana, exortações religiosas de uma única religião, ou ainda letras e números com olhos, bocas e roupas, etc., há uma concepção de infância homogênea infantilizada e branca. .(Educação Infantil e Práticas Promotoras de Igualdade Racial, 2012).
Conclui-se portanto, que as crianças não se sentem representadas nas figuras, nos materiais didáticos, nos brinquedos, filmes e imagens que compõem murais das escolas, Logo, não é apresentado as crianças variedade de músicas, histórias, brincadeiras, parece não haver espaço na escola para de fato contemplar a diversidade, para de fato implementar a lei 10639/03 no âmbito escolar.
“Quem não se vê não se reconhece.
Quem não se reconhece não se identifica.
“Quem não se identifica, não se ama, tem baixa auto-estima e se desinteressa por tudo o que representa a educação formal.”
                             Texto: Oswaldo Faustino “Reflexões diante de um espelho sem reflexo”. Nov.2007.
Visto que, as diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil ART seis inciso I e III indica que as propostas pedagógicas de educação infantil devem respeitar os princípios da solidariedade e do respeito ao bem comum, e as diferentes culturas, e respeitar liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais.
Com isso, o planejamento do professor deve contemplar a igualdade racial, e promover atividades onde haja interação entre as crianças, que valorizem atitudes de respeito, colaboração, e que possam contribuir para uma autoimagem positiva. As crianças precisam se reconhecer, identificar-se, ter orgulho de suas características, no entanto é preciso que se construam novas práticas.
Logo, se as crianças negras receberem mensagens positivas dos adultos e de seus pares acerca de seus atributos físicos e demais potencialidades aprenderá a se sentir bem consigo. De outro lado, se as crianças brancas aprenderem que seus atributos físicos e culturais não são os melhores nem os únicos a serem valorizados os dois grupos aprenderão a considerar as diferenças como parte da convivência saudável. ( Educação Infantil e práticas promotoras de igualdade racial,2012)





Pesquisa realizada na Universidade Federal de Lavras (UFLA) aponta a importância de trabalhar questões étnico-raciais na educação infantil. As análises são decorrentes de dois projetos realizados pelo Departamento de Educação (DED) em parceria com escolas públicas do município de Lavras.
O projeto de extensão “Lê pra mim” tem por objetivo contar histórias afro-brasileiras, indígenas e africanas nas escolas municipais de Lavras, e o projeto de pesquisa “Discurso e relações étnico-raciais” discute a inserção das discussões étnico-raciais nas escolas e avalia de que forma acontece essa aplicação, além de analisar os resultados apresentados.
A inserção da temática étnico-racial na educação infantil visa garantir uma educação que supere o racismo e as desigualdades geradas por ele. A professora Luciana Soares, coordenadora do projeto, explica que “a importância de trabalhar questões étnico-raciais com crianças, é, sobretudo pela intensificação da construção da identidade delas, é o momento em que as crianças começam a se perceber no mundo e a perceber o outro”.
Para que os participantes do projeto “Lê pra mim”, composto por estudantes de pedagogia, possam ir para a escola contar as histórias, há uma preparação que se divide em leitura de algum conceito teórico, que tenha a ver com a questão étnico-racial; pesquisa de autores e títulos que serão utilizados de acordo com as faixas etárias e uma discussão que ressalta de que maneira esta história trará aplicação para a vida das crianças.
equipeContar histórias é uma maneira encontrada pelos pesquisadores de resgatar a cultura afro-brasileira, indígena e africana, que sensibiliza não só os estudantes, mas a escola num todo. “Nós percebemos que a escola não trata dessas questões, mas elas existem com as crianças, sobretudo com as meninas negras, que desde muito cedo já não se sentem representadas nas histórias. As princesas na maioria das vezes são loiras, com personagens que não têm nem a cor e nem o cabelo como delas, isso faz com que tenhamos uma construção de um estereótipo do que é ser princesa, do que é ser bonita”, explica a docente.
A contação de histórias é uma maneira lúdica de fazer essa reflexão sobre a temática, assim as crianças desenvolvem o imaginário, envolvem com os personagens, e conseguem se apropriar dos temas. “Em relação aos alunos é possível perceber que após a contação de história há crianças que dizem que seu cabelo é lindo, que adoram a cor da sua pele; conseguem se identificar na história”, acrescenta a estudante Tharine Ribeiro Salles.
As leis 10.639/03 e 11.645/06 que trazem a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados (art. 26 A) vigoram há mais de 10 anos, contudo a professora comenta que a sua aplicabilidade está distante do proposto. “Pesquisas apontam que não há explicitamente a inserção no projeto pedagógico e nos planos de ensino questões sobre a cultura afro-brasileira, indígena e africana”.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

TÓPICO 5 SEMINÁRIO INTEGRADOR

                                         


                                                       LUDICIDADE

               Fiz esta postagem em 06 de Junho de 2016. Nesta data  eu ainda não tinha tido e experiencia
com grupo de crianças pequenas, mas agora eu posso dizer que é mágico ensinar e aprender com os pequenos, em Agosto de 2017 iniciei meu trabalho com os pequenos, não posso dizer que foi fácil ou que é fácil, pois antes deles eu tinha alunos de séries iniciais era diferente, pensando bem não era não, pois dependendo a matéria tínhamos que brincar de faz de contas, ou imaginar certas situações( para estudar par ou impar com minha turma da 3°série imaginamos que iriamos subir em um ônibus, colocamos cadeiras em filas de dois em dois e assim quando entrava ou saia, tínhamos que cuidar se era par ou impar. Foi divertido e eles aprenderam bem. Quando reforçamos direita e esquerda, fizemos uma fila e aos comandos pulávamos ou caminhávamos  para direita ou esquerda. Muitas vezes as crianças davam dicas para aprender determinadas atividades.O lúdico pode ser usado por qualquer idade, pois facilita o entendimento e o que se aprende desta forma, não se esquece .


Significado de Lúdico

O que é Lúdico:

Lúdico é um adjetivo masculino com origem no latim ludos que remete para jogos divertimento.
Uma atividade lúdica é uma atividade de entretenimento, que dá prazer e diverte as pessoas envolvidas. O conceito de atividades lúdicas está relacionado com o ludismo, ou seja, atividade relacionadas com jogos e com o ato de brincar.
Os conteúdos lúdicos são muito importantes na aprendizagem. Isto porque é muito importante incutir nas crianças a noção que aprender pode ser divertido. As iniciativas lúdicas nas escolas potenciam a criatividade, e contribuem para o desenvolvimento intelectual dos alunos.
Um texto ou discurso lúdico é uma produção cultural que é capaz de divertir o leitor ou ouvinte. É essencial para chamar a atenção e para persuadir outras pessoas.

                                       




TÓPICO 5 SEMINÁRIO INTEGRADOR

                       

                                                 QUANTO TEMPO O TEMPO TEM
    Fiz esta postagem em 24 de Outubro de 2016.


                                                       



      O tempo perguntou pro tempo qual é o tempo que o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que não tem tempo pra dizer pro tempo que o tempo do tempo é o tempo que... Frase de desconhecido.

                 Falar de tempo realmente é complicado . Quando iniciei no PEAD pensei quanto tempo vai demorar, pois seria quatro anos e meio, parecia muito distante, hoje falta o TCC que representa o meio ano. Agora a sensação que tenho é de medo, passou rápido falta pouco tempo, será que vai dar tempo. Sim apesar do medo ,pois é a conclusão de quatro anos. Tem uma frase que diz o tempo cura tudo

domingo, 27 de janeiro de 2019

TÓPICO 5 SEMI\NÁRIO INTEGRADOR

                                                      LÍNGUA DE SINAIS

                       Esta postagem foi dia 02 de Maio de 2016, Tivemos apenas um semestre deste disciplina que eu adoro. Fiz dois curso de LIBRAS básico e um intermediário. Estou a procura de curso quero fazer tradutor interprete.  Em 2017 eu estava com uma turma de jardim I e a diretora pediu que fizessemos  a festa de natal da inclusão. Eu e as crianças fizemos está apresentação. Ficou lindo.



TÓPICO 5 SEMINÁRIO INTEGRADOR

           

                                                O QUE É ESCREVER?

 TEXTO ARGUMENTATIVO: tipo de texto em que se sobressai a preocupação do autor em persuadir e convencer o leitor.

  TEXTO DISSERTATIVO; tem como objetivo explorar e explicar as idéias associadas à sua interpretação.

  TEXTO DESCRITIVO; apresenta a representação verbal de um objeto, coisa, ser, paisagem e também de um sentimento.

  TEXTO NARRATIVO; apresenta prioritariamente uma sequência de ações no tempo e no espaço em que pessoas intervém, incluindo o próprio locutor.


                            Esta postagem  fiz em 5 de Setembro de 2016. E por falar em escrever, percebo que o fato de ter lido mais me ajuda a escrever melhor, usar palavras diferentes para sentidos iguais, sei que tenho muito a melhorar mais estou indo em frente. Percebo  dificuldades na leitura, pois as vezes leio e não consigo me concentrar e o resultado é não interpretar .Mas isso é falta de concentração.

sábado, 26 de janeiro de 2019

TÓPICO 5 SEMINÁRIO INTEGRADOR

                             AULA PRESENCIAL MATEMÁTICA E CIÊNCIAS

        Fiz está postagem em 03 de Outubro de 2016. No momento desta postagem eu tinha experiencia com séries iniciais e eu procurava fazer atividades e exercícios diferentes, como fazer jogos com perguntas da matéria( apos conversarmos sobre a matéria  formulávamos perguntas com as respostas para fazer parte do jogo - sorteávamos a pergunta para a equipe responder se a equipe soubesse ganhava uma tampinha da sua cor, se não soubesse a resposta um aluno poderia resolver uma equação ou alguma conta de matemática que estivéssemos estudando, se acertasse a outra equipe só ganharia meio ponto, se errasse, a outra equipe ganharia o ponto inteiro. Trocávamos a matéria e a medida que estudávamos as crianças já pensavam nas perguntas, isto era feito em todas as matérias. Eles eram grandes e sabiam ler.
        Em 2017 assumi uma turma de Jardim. e agora?
                             Estudando formas geométricas, cada aluno confeccionou sua família: corpo de colherinha  plástica, cabelos de lã. olhos que se mexem e a roupa de formas geométricas  as cores que eles escolheram.


 Construímos juntos a caixa dos pares: as crianças separaram pares de brinquedos idêntícos e  pequenos. Para separar no tato.

Fizemos bolo de chocolate  cada um teve sua caneca mediu e contou a quantidade de cada ingrediente e fizeram contagem regressiva no micro ondas.




                                                    Construí para eles a trilha das pegadas.



Cultivando e vivendo as tradições

 

                                                           Contornamos o corpo humano:



Depois as crianças desenharam membros superiores e inferiores.



                             Pedi para cada um trazer uma caixa com suas memórias.



                                Seriar com formas geométricas de cores, formas e espessuras diferentes.


   

TOPICO 5 SEMINÁRIO INTEGRADOR


                                                                 INFÃNCIA



                No dia 27 de Setembro de 2015, segundo semestre,fiz uma postagem sobre a infância. Neste ano eu trabalhava em uma escola municipal, lecionava em um terceiro ano, mas fiz uma postagem sobre o que deveria ser a infância. Nesta escola já tinha crianças com inclusão social e até deficiências, via-se famílias negligentes com o básico que é alimentação e higíene. A escola fazia algumas interferências junto as famílias, mas resumia-se a fazer o possível na escola,(doação de roupas, alimentos, materiais escolares e o principal carinho e atenção). Eu pessoalmente levei um óculos de uma aluna para regular e limpar, pois a menina sempre foi uma ótima aluna e derrepente,  começou a não fazer as atividades ou errar. Ela perguntou prof. você vai a porto alegre, eu disse não, perguntei o que ela queria? ela disse preciso arrumar meu óculos, neste momento eu percebi que realmente ela estava sempre de óculos , mas de um tempo para cá não usava mais, ela disse que o óculos estava caindo e ela não enxergava bem sem ele, como era sexta eu peguei o óculos e na vinda para casa levei na ótica, elas ajustaram, cheguei em casa lavei a caixinha do óculos. Fiquei pensando que não devia ter feito isto ,pois a família poderia ficar brava comigo, mas segunda devolvi e ela ficou feliz, não tirou mais. Dizia aos colegas que eu tinha arrumado seu óculos e a família nem sinal. Era comum dar caderno, lápis, borracha, lápis de cor, não só para meus alunos, mas  para os irmãos também. arrumar a roda da cadeira de rodas ou simplesmente encher, era tão comum. Essas situações me faz pensar : e quem faz isso hoje?. Em 2018 na educação infantil com crianças de 5 e 6 anos, só mudou as necessidades por eles serem menores, mas roupas cobertas travesseiros e outras coisas durante o ano e no final para a formatura também e passeios, pois me sinto responsável e não sei deixar  alguém de fora. Claro que sei que não é possível, mas quero que cada um tenha tudo que é necessário, como eu dou para o meu, revisar a mochila, para ver se tem o essencial, revisar a agenda ,ver se tem bilhetes, acho que isso é o minímo, mas tem mães que esquecem até de buscar os filhos, imagina. Parece que estou querendo de mais.
                Mas para mim a infância tem que ter atenção, carinho isso é basico, não é a nossa realidade.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

T´ÓPICO 5 SEMINÁRIO INTEGRADOR

SOMOS TODOS DIFERENTES


           Este filme retrata uma realidade que ainda está longe de ser o ideal no que se refere a inclusão, eu fiz esta postagem dia 29/06/2015, claro que este filme é antigo, mas ainda hoje famílias não aceitam ou não querem ver que seu filho tem uma diferença e precisa de uma atenção diferenciada, atendimentos diferenciados. Em 2015 tive um aluno na primeira série que o seu pai não aceitava que seu filho era autista. Já agora em 2017 e 2018 trabalhando em uma escola de educação infantil,   convivi com famílias que tanto o pai quanto a mãe estavam empenhados em proporcionar uma melhor forma de viver diante das limitações dos seus filhos. Percebi que os Eu meus colegas professores, auxiliares e todos os funcionários da escola procuravam fazer o possível para atender a todos com carinho e dedicação respeitando e ajudando em suas limitações. Mas como profissionais Temos limitações de espaço físico, materiais e conhecimentos para poder atender cada inclusão como merece hoje em dia cabe a cada um de nós ir atras de conhecimento. 
         Espero daqui algum tempo retornar a essa reflexão com novidades e melhores no que se refere a educação na área de inclusão.