domingo, 25 de março de 2018

SOLTA A CORDA

PRECISAMOS POR EM PRATICA O QUE DIZ ESTA MENSAGEM




                                                       Percebo que muitas vezes, ficamos presos a coisas ou situações que não nos acrescentam nada, muitas vezes nos impedem de seguir em frente. Precisamos ter em mente que o que não nos agrega não nos pode fazer parar.
                                                   Devemos sonhar , traçar um caminho e desviar dos obstáculos , pois com certeza irão aparecer desde pessoas para nos desestimular ou  outros obstáculos. Mesmo sendo difícil manter o foco é importante e terá uma grata recompensa.

segunda-feira, 19 de março de 2018

SEGUNDA AULA PRESENCIAL


DIDÁTICA

Está interdicíplina promete ter novidades para acrescentar em nossas rotinas  de planejamentos.


TRABALHO FEITO COM A ANA LUISA
ESCOLA DO FUTURO




INÍCIO DAS ATIVIDADES DA EJA
Com certeza um estudo necessário para ser uma pedagoga .





quinta-feira, 8 de março de 2018

INICIO VII SEMESTRE 2018/1

A cada semestre fica mais complicado, mas desafios devem ser enfrentados.


Não  estamos preparados para, algo que saia fora do normal, precisamos de amigos que nos deem suporte . Precisamos sentir que não estamos sozinhas.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

TESTE PIAGETIANO






 Fiz este teste com minha aluna Isadora de 5 anos, na  escola de educação infantil Vó Pedra.




Achei muito interessante a maneira de avaliação, claro que foi o primeiro e que tenho que aperfeiçoar muito, mas gostei muito.

Minha aluna está no estágio Pré-operatório.

Os Estágios Cognitivos Segundo Piaget
Piaget, quando descreve a aprendizagem, tem um enfoque diferente do que normalmente se atribui à esta palavra. Piaget separa o processo cognitivo inteligente em duas palavras : aprendizagem e desenvolvimento. Para Piaget, segundo MACEDO (1994), a aprendizagem refere-se à aquisição de uma resposta particular, aprendida em função da experiência, obtida de forma sistemática ou não. Enquanto que o desenvolvimento seria uma aprendizagem de fato, sendo este o responsável pela formação dos conhecimentos.
Piaget, quando postula sua teoria sobre o desenvolvimento da criança, descreve-a, basicamente, em 4 estados, que ele próprio chama de fases de transição (PIAGET, 1975). Essas 4 fases são :
  • Sensório-motor (0 – 2 anos);
  • Pré-operatório ( 2 – 7,8 anos);
  • Operatório-concreto ( 8 – 11 anos);
  • Operatório-formal (8 – 14 anos);
Sensório-motor
Neste estágio, a partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio (LOPES, 1996). Também é marcado pela construção prática das noções de objeto, espaço, causalidade e tempo (MACEDO, 1991). Segundo LOPES, as noções de espaço e tempo são construídas pela ação, configurando assim, uma inteligência essencialmente prática.
Conforme MACEDO (1991, p. 124) é assim que os esquemas vão "pouco a pouco, diferenciando-se e integrando-se, no mesmo tempo em que o sujeito vai se separando dos objetos podendo, por isso mesmo, interagir com eles de forma mais complexa." Nitzke et alli (1997b) diz-se que o contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento.
Exemplos:
O bebê pega o que está em sua mão; "mama" o que é posto em sua boca; "vê" o que está diante de si. Aprimorando esses esquemas, é capaz de ver um objeto, pegá-lo e levá-lo a boca.
Pré-operatório
É nesta fase que surge, na criança, a capacidade de substituir um objeto ou acontecimento por uma representação (PIAGET e INHELDER, 1982), e esta substituição é possível, conforme PIAGET, graças à função simbólica. Assim este estágio é também muito conhecido como o estágio da Inteligência Simbólica.
Contudo, MACEDO (1991) lembra que a atividade sensório-motor não está esquecida ou abandonada, mas refinada e mais sofisticada, pois verifica-se que ocorre uma crescente melhoria na sua aprendizagem, permitindo que a mesma explore melhor o ambiente, fazendo uso de mais e mais sofisticados movimentos e percepções intuitivas.
A criança deste estágio:
  • É egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar, abstratamente, no lugar do outro.
  • Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação (é fase dos "por quês").
  • Já pode agir por simulação, "como se".
  • Possui percepção global sem discriminar detalhes.
  • Deixa se levar pela aparência sem relacionar fatos.


Exemplos:
Mostram-se para a criança, duas bolinhas de massa iguais e dá-se a uma delas a forma de salsicha. A criança nega que a quantidade de massa continue igual, pois as formas são diferentes. Não relaciona as situações.
Operatório-concreto
Conforme Nitzke et alli (1997b), neste estágio a criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, ..., sendo então capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Apesar de não se limitar mais a uma representação imediata, depende do mundo concreto para abstrair.
Um importante conceito desta fase é o desenvolvimento da reversibilidade, ou seja, a capacidade da representação de uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada.
Exemplos:
Despeja-se a água de dois copos em outros, de formatos diferentes, para que a criança diga se as quantidades continuam iguais. A resposta é afirmativa uma vez que a criança já diferencia aspectos e é capaz de "refazer" a ação.
Operatório-formal
Segundo WADSWORTH (1996) é neste momento que as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento. A representação agora permite à criança uma abstração total, não se limitando mais à representação imediata e nem às relações previamente existentes. Agora a criança é capaz de pensar logicamente, formular hipóteses e buscar soluções, sem depender mais só da observação da realidade.
Em outras palavras, as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas a aplicar o raciocínio lógico a todas as classes de problemas.
Exemplos:

Se lhe pedem para analisar um provérbio como "de grão em grão, a galinha enche o papo", a criança trabalha com a lógica da idéia (metáfora) e não com a imagem de uma galinha comendo grãos.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

SOMOS TODOS IGUAIS

Somos todos diferentes, e ao mesmo tempo as pessoas lutam por igualdade, sem respeitar a individualidade de cada um. Precisamos olhar e ver o próximo. Até mesmo em casa os pais muitas vezes não prestam atenção nos filhos em suas necessidades em seus pedidos de socorro. Muitas crianças só recebem ajuda após interferência do professor, que percebe suas limitações e chama a família para que procure um atendimento especializado para ajudar o desenvolvimento da criança.
Dislexia em muitas famílias é visto como no filme o aluno desinteressado ( burro ) e os pais castigam e humilham a criança sem perceber que isso só deixa a criança mais insegura.
Na área da educação percebo que somos aprendizes, que cada aluno nos apresenta suas dificuldades, seus medos, suas habilidades e até seus problemas sociais e familiares, passamos muitas vezes a ser seus protetores.