segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
PLANO EM AÇÃO JULHO 2017
Neste trabalho colocamos em prática, os trabalhos de pesquisa, trabalho em grupo.
Os alunos dividiram-se por grupos de interesse, foi sugerido por mim e minha colega Ana que cada grupo se uni-se para pesquisar e falar sobre algo que realmente chama-se a atenção de cada grupo e até mesmo por curiosidade.
- Um grupo escolheu pesquisar as flores : levaram vídeo, poemas, um texto, vaso com plantinhas.
- Outro grupo falou sobre o solo: vídeo da EMBRAPA,um aquário com diversos tipos de solo,
- chichi de rato também foi um motivo de curiosidade, trouxeram um mapa conceitual, e pesquisa sobre doenças .
- E um grupo escolheu falar sobre os planetas, com maquetes e pesquisa apresentada para o grande grupo. (uma descoberta a aluna explicou para turma que Marte é o único planeta que muda de cor, pode ser verde ou vermelho, depende do clima.
- Um grupo acreditou ser importante falar sobre materiais reciclados, e até fez um brinquedo com canudos e garrafa pet.
Iniciamos com encontros e os alunos participaram desde a escolha de temas, grupos e formas de pesquisas e de apresentação.
Percebi que desta forma o trabalho ficou rico, pois cada grupo falou com propriedade sobre o que escolheu e a apresentação ficou tranquila sem medo de errar, enquanto os colegas prestavam atenção no que estava sendo demonstrado.
JEAN PIAGET - FASES DO DESENVOLVIMENTO 27de Agosto de 2017
Não posso dizer que é fácil entender ,
- Sensório-motor (0 – 2 anos);
- Pré-operatório ( 2 – 7,8 anos);
- Operatório-concreto ( 8 – 11 anos);
- Operatório-formal (8 – 14 anos);
Mas em Agosto de 2017, iniciei em uma escola de educação infantil, foi muito difícil, e ainda hoje percebo que tenho muito a aprender, diariamente nos deparamos com novidades, apresentadas por nossos pequenos, é muito prazeroso perceber que um aluno do berçário, aprendeu gestos de uma música que cantamos, ou nos chama pelo nome, joga-se nos nossos braços quando chega a porta da sala com seu pai ou mãe. Tive experiencias com educação fundamental, crianças de 1º a 5° série, e também tive alegrias quando ouvi a primeira palavra que ele leu, quando eles descobriam letras ou palavrinhas, faziam desenhos e pintavam dentro da linha.
A cada semestre na faculdade me foi apresentado novas inter diciplinas, que vieram a acrescentar, e facilitar o trabalho com as crianças e dar suporte para que fique mais prazeroso o nosso aprendizado.
domingo, 25 de agosto de 2019
APRENDIZAGENS COM AS TURMAS
JARDIM II A uma turma que estava comigo, desde Agosto/2017. Para mim uma nova etapa e um novo desafio, pois até o momento eu era professora de séries iniciais. Foram diversas aprendizagens, os pequenos precisam de um outro olhar e eu aprendi com o dia a dia que as necessidades deles eram diferente das que eu estava acostumada a trabalhar. Entrando então nos estágios de Piaget. Meus alunos anteriormente tinham 12 anos e agora a realidade é de 4 anos.
MEU QUINTO ANO (2014)
MEU JARDIM IIA (2018)
ATIVIDADES FEITAS EM SALA COM AS CRIANÇAS
Varias atividades foram feitas
CULINÁRIA:
Nesta cada aluno tinha sua caneca, para colocar os ingredientes, misturar e depois ficava cuidando seu bolo de caneca, esperando 3 minutos no microondas, para ficar pronto.
Montar legos, e usar muita criatividade.
As crianças tem que colocar as mãos dentro da caixa e no tato, achar as iguais e tirar ao mesmo tempo da caixa.
Desenhei o corpo humano,
Eles pintaram e completaram as partes do corpo.
Caixas de memórias, cada criança trouxe suas memórias de bebe para compartilhar com os colegas.
Tapete para Brincar com a motricidade
ATIVIDADES DE INTERAÇÃO
* SEMANA FARROUPILHA;
* Dia do esquisito;
* Dia da cabeça maluca;
* Dia do pijama;
* Festa das Bruxas.
Estas atividades foram desenvolvidas no mês da criança, o que foi muito importante para que todos interagissem e perdessem vergonha de se divertir e usar fantasias, foi realmente muito gratificante todos participarem e realmente serem felizes. No inicio estavam envergonhados, mas pelo fato de ver que a professora estava fantasiada já parecia para eles que não era feio.
SEMANA FARROUPILHA
Dia do esquisito
Dia da cabeça maluca
Dia do pijama
Festa das Bruxas
ESTÁGIO
O pensar em estágio já me deixava apreensiva, pois tem uma grande diferença entre entrar na sala de aula e enfrentar o medo do novo, e saber que terá alguém para avaliar minhas atividades e o meu desempenho com as crianças. Começando que o orientador eu não conhecia, Paulo Albuquerque, mas no primeiro encontro nos mostrou que não seria um problema e sim nosso amigo e parceiro para está etapa e para o TCC.
Realmente o que parecia ser difícil, foi tranquilo, eu já estava acostumada com minha turma, só não estava acostumada a ser avaliada pelo que fazia. As atividades que planejei foi pensando em possibilitar que as crianças construíssem sua identidade, promovendo o desenvolvimento de sua autonomia, de seu sentimento, de sentimento de pertencer a um grupo, além da compreensão dos valores fundamentais para a vida em sociedade, através de momentos significativos de aprendizagens.
Todo o projeto teve sua avaliação realizada através de observações sistemáticas das diversas atividades aplicadas e o desempenho individual das crianças. Lembrando que as Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação infantil são as norteadoras destas atividades.
PRIMEIRA VISITA
SEGUNDA VISITA
sábado, 24 de agosto de 2019
OS 4 ESTÁGIOS
Esta postagem me ajudou a compreender e repensar a melhor maneira de trabalhar com meus pequenos, pois no semestre desta atividade eu estava iniciando minha docência com a educação infantil.
Fiz o teste com uma aluna minha e realmente foi uma experiencia muito rica, por em pratica foi uma forma de entender.
TESTE PIAGETIANO
Fiz o teste com uma aluna minha e realmente foi uma experiencia muito rica, por em pratica foi uma forma de entender.
TESTE PIAGETIANO
Os Estágios Cognitivos Segundo
Piaget
Piaget, quando descreve a aprendizagem, tem
um enfoque diferente do que normalmente se atribui à esta palavra. Piaget
separa o processo cognitivo inteligente em duas palavras : aprendizagem e
desenvolvimento. Para Piaget, segundo MACEDO (1994), a aprendizagem refere-se à
aquisição de uma resposta particular, aprendida em função da experiência,
obtida de forma sistemática ou não. Enquanto que o desenvolvimento seria uma
aprendizagem de fato, sendo este o responsável pela formação dos conhecimentos.
Piaget, quando postula sua teoria sobre o
desenvolvimento da criança, descreve-a, basicamente, em 4 estados, que ele
próprio chama de fases de transição (PIAGET, 1975). Essas 4 fases são :
- Sensório-motor (0 – 2 anos);
- Pré-operatório ( 2 – 7,8 anos);
- Operatório-concreto ( 8 – 11 anos);
- Operatório-formal (8 – 14 anos);
Neste estágio, a partir de reflexos
neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar
mentalmente o meio (LOPES, 1996). Também é marcado pela construção prática das
noções de objeto, espaço, causalidade e tempo (MACEDO, 1991). Segundo LOPES, as
noções de espaço e tempo são construídas pela ação, configurando assim, uma
inteligência essencialmente prática.
Conforme MACEDO (1991, p. 124) é assim que os
esquemas vão "pouco a pouco, diferenciando-se e integrando-se, no mesmo
tempo em que o sujeito vai se separando dos objetos podendo, por isso mesmo,
interagir com eles de forma mais complexa." Nitzke et alli (1997b) diz-se
que o contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento.
Exemplos:
O bebê pega o que está em sua mão; "mama"
o que é posto em sua boca; "vê" o que está diante de si. Aprimorando
esses esquemas, é capaz de ver um objeto, pegá-lo e levá-lo a boca.
É nesta fase que surge, na criança, a
capacidade de substituir um objeto ou acontecimento por uma representação
(PIAGET e INHELDER, 1982), e esta substituição é possível, conforme PIAGET,
graças à função simbólica. Assim este estágio é também muito conhecido como o
estágio da Inteligência Simbólica.
Contudo, MACEDO (1991) lembra que a atividade
sensório-motor não está esquecida ou abandonada, mas refinada e mais
sofisticada, pois verifica-se que ocorre uma crescente melhoria na sua
aprendizagem, permitindo que a mesma explore melhor o ambiente, fazendo uso de
mais e mais sofisticados movimentos e percepções intuitivas.
A criança deste estágio:
- É egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar,
abstratamente, no lugar do outro.
- Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação (é fase
dos "por quês").
- Já pode agir por simulação, "como se".
- Possui percepção global sem discriminar detalhes.
- Deixa se levar pela aparência sem relacionar fatos.
Exemplos:
Mostram-se para a criança, duas bolinhas de
massa iguais e dá-se a uma delas a forma de salsicha. A criança nega que a
quantidade de massa continue igual, pois as formas são diferentes. Não
relaciona as situações.
Conforme Nitzke et alli (1997b), neste
estágio a criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem,
casualidade, ..., sendo então capaz de relacionar diferentes aspectos e
abstrair dados da realidade. Apesar de não se limitar mais a uma representação
imediata, depende do mundo concreto para abstrair.
Um importante conceito desta fase é o
desenvolvimento da reversibilidade, ou seja, a capacidade da representação de
uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação
observada.
Exemplos:
Despeja-se a água de dois copos em outros, de
formatos diferentes, para que a criança diga se as quantidades continuam
iguais. A resposta é afirmativa uma vez que a criança já diferencia aspectos e
é capaz de "refazer" a ação.
Segundo WADSWORTH (1996) é neste momento que
as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de
desenvolvimento. A representação agora permite à criança uma abstração total,
não se limitando mais à representação imediata e nem às relações previamente
existentes. Agora a criança é capaz de pensar logicamente, formular hipóteses e
buscar soluções, sem depender mais só da observação da realidade.
Em outras palavras, as estruturas cognitivas
da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas
a aplicar o raciocínio lógico a todas as classes de problemas.
Exemplos:
Se lhe pedem para analisar um provérbio como
"de grão em grão, a galinha enche o papo", a criança trabalha com a
lógica da idéia (metáfora) e não com a imagem de uma galinha comendo grãos.
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